O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 07/12/2020
Compreende-se que as queimadas, apesar de amplamente discutidas em 2020, são um assunto recorrente de anos anteriores e de extrema importância. São causadas por ações naturais e podem ser agravadas por ações antrópicas, o que causa diversos problemas como a morte de animais nativos da região. Assim, é necessário que haja um cuidado extra.
Primordialmente, é preciso entender que, de acordo com o Governo Federal brasileiro, a prática de queimadas em áreas que serão posteriormente usadas para a pecuária é autorizada. Como consequência, temos aumento da emissão de carbono, que prejudica a camada de ozônio e aumenta a temperatura, um fator natural causador de incêndios, especialmente em áreas já quentes. Ademais, há o risco de que, sem fiscalização adequada, essas queimadas possam sair do controle e evoluir para um incêndio de proporções alarmantes, como o que observamos no Pantanal nesse ano.
Em segundo plano, temos a morte de animais silvestres. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o índice de queimadas aumentou em 200% em 2020. Com isso, diversos animais foram mortos e prejudicados, com queimaduras em seus ambientes e seus corpos, como no caso exibido pelo jornal “Fantástico”, da Rede Globo, em que uma onça pintada teve queimaduras de terceiro grau em suas quatro patas no incêndio do Pantanal.
Diante do exposto, é necessário que haja intervenções por parte do Governo Federal e autoridades para controlar queimadas. Para tanto, faz-se mister que o Ministério do Meio Ambiente (MMA), em conjunto com o Ibama, realize projetos de reflorestamento e acolhimentos de animais em risco de extinção e prejudicados anteriormente. Ainda, é preciso que haja um aumento da fiscalização de queimadas para a pecuária, para que não se descontrolem e causem incêndios florestais. Desse modo, é possível minimizar os efeitos das queimadas e, também, as chances de acontecerem.