O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 12/01/2021
No ano de 2020, foi muito comum para os brasileiros verem, nos noticiários, inúmeras reportagens sobe o aumento expressivo de focos de incêndio no Pantanal, no Cerrado e na Floresta Amazônica. A falta de chuva, o aumento de ventos e da temperatura e a queima de pastos por agropecuários, atrelados ao descaso do Governo Federal por este problema ambiental contribuíram para uma grande perca ecológica que aumentou quase em 200 por cento em relação a 2019.
Por conseguinte, os números divulgados pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostraram que, até setembro de 2020, 23 por cento da maior planície alagada do mundo, o Patanal, fora queimado, o que matou grande biodiversidade e colocou em maior risco de extinção animais, como a onça-pintada, e plantas, já que o fogo faz os animais fugirem e também queimam plantas, que dificulta a alimentação dos mesmos, além da densa fumaça que pode sufocá-los.
Além disso, para piora do estado já crítico que se encontrava o centro-oeste brasileiro, as queimadas atingiram o Cerrado. Guiadas princilpamente pela antiga prática de pecuartistas de atear fogo nos pasotos para renová-los, focos de incêndio atingiram o solo seco do bioma e, com ajuda do vento, se espalharam rapidamente. Porém, mesmo com este grande alarme, o Governo Fereral poupou recursos e esforços para o combate das quimadas, decisão que aumentou ainda mais o estrago por elas feito.
Então, para este problema não afete mais a fauna e a flora brasileiras e não piore o aquecimento global, é necessário que o Ministério da Educação, em ação conjunta ao Ibama, aumente a fiscalização em áreas propensas a incêncidos e que o Poder Judiciário aplique punições a empresas e pessaos que ajudam na propagação de queimadas. E que também, o combate de eventuais focos seja controlado rápida e efetivamente pela Guarda Ambiental e pelo Corpo de Bombeiros, com inciativa do Governo Federal.