O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 16/09/2021
Promulgada pela ONU, em1972 , a Declaração de Estocolmo garante a todos os indivíduos o dever de cuidar e preservar judiciosamente a flora. Entretanto, na prática, tal obrigação é deturpada, visto que o aumento de incêndios nas matas encontram-se efetivadas na sociedade brasileira. Desse modo, a desinformação em consonância com o capitalismo são os principais pilares para esses conflitos.
Primeiramente, vale ressaltar a ausência de conhecimento como impulsionador da problemática. Destarte, de acordo com o IBGE, 70% da população acredita que todo incêndio é natural. Sob essa ótica, denota-se que esse pensamento torna-se extremamente prejudicial, já que usam essa desinformação como argumento para não cuidarem e preservarem à natureza. Dessa forma, baseados nessa ideologia os incêndios antropocêntrico, com ação humana, fomentam-se cada vez mais.
Ademais, vale salientar o capital como perpetuador do impasse. Por essa perspectiva, segundo o sociólogo Karl Marx, em sua análise da sociedade, a ascensão do capitalismo intensifica a busca pelo capital, de modo a diminuir as responsabilidades humanas. Sob esse viés, latifundiários, ao buscarem expandir suas fronteiras agrícolas, acabam por invadir e incêndiar as matas, já que existe a priorização do capital sobre o dever humano.
Portanto, com intuito de mitigar o aumento de incêndios nas matas, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para que o Ministério do Meio Ambiente reverta essa verba em contratação de profissionais que, por meio de workshops, nas escolas, ensinariam a população o que é e como previnir os incêndios. Além disso, é mister a mídia divulgar campanhas contra as queimadas. Somente assim, a Declaração de Estocolmo entrará em completo vigor.