O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 29/05/2022

Como todos sabemos, o Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade natural, contendo os mais variados tipos de animais e plantas. Mas, como diz o ditado popular, ‘’nem tudo são flores’’, pois, temos presenciando muitos focos de incêndios nos biomas brasileiros, principalmente no Pantanal e na Floresta Amazônica desde o fim de 2019 até atualmente em 2022. Estes, por sua vez, vem ocorrendo à muito tempo, desde da chegada dos portugueses ao Brasil, passando pelos tempos atuais onde vemos uma crescente expansão da tecnologia no Centro-Oeste.

Ano retrasado, 2020, o bioma pantaneiro perdeu aproximadamente cerca de 26% de sua vegetação, o equivalente a 4 milhões de hectares. Além disto, foram as piores queimadas dos últimos quartorze anos na região, destruindo mais de nove vezes em comparação aos anos de 2019 e 2018. Já em 2017, foi o Cerrado, que acabou terminando como mata mais afetada no ano (75% dos incêndios no país). Obviamente, tem uma causa por trás de tudo. O aumento do extrativismo mineral e da agropecuária local agravaram a situação do ecossistema, que, consequentemente acaba colocando em risco patrimônios vegetais nacionais diversos em sua fauna e flora, podendo causar extinção, poluição do ar e dos rios e outros fatores. Posteriormente, o fogo prejudica a econômia nacional e a capacidade de usar os recursos a longo prazo. Não contente, ainda usamos o fator urbano, que é a ‘‘viagem’’ da fuligem que afetou casas e apartamentos em São Paulo e Minas Gerais.

Em geral, é necessário que os governos da prefeitura, estado e federal adotem medidas de segurança e vigilância para garantir o controle de pontos incendiários e a localização imediata dos responsáveis. Também devem utilizadas restrições a industrias que usam matas para criação de produtos, e também o reflorestamento imediato caso haja alguma interferência. Quem sabe um dia as florestas brasileiras finalmente tenham paz.