O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 02/06/2018

É inegável que o aumento de infectados por doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no Brasil é significativo. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a sociedade contemporânea assemelha-se a um líquido, cujo caráter volátil contribui para o individualismo e a efemeridade das relações sociais, sendo característica da modernidade líquida vivida desde o século XX.

Por conseguinte, essas características remetem-se aos jovens brasileiros que não se preocupam em prevenir-se por acreditar que “isso nunca vai acontecer” com ele. No entanto, a sociedade não se atenta as graves consequências que as relações, sem preservativo, com doentes podem causar, levando até a mortalidade materna e infantil.

Ademais, conforme a publicação de 2017 da Uol, em relação ao comportamento sexual dos jovens entre 15 e 24 anos, 74,8%nunca fez teste de HIV na vida, logo, as taxas de DSTs transmitidas aumenta drasticamente devido ao enfermo não estar ciente de sua doença espalhando cada vez mais entre a comunidade.

Diante desses argumentos medidas são necessárias para resolver esse impasse. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, na qual cuida dos doentes e previne mais infectados entre o povo, junto com a mídia promover propagandas, com o objetivo de influenciar a população a utilizar preservativos, como a camisinha, também, realizar ações globais nas escolas, públicas e privadas, junto ao Ministério da Educação, testes para se descobrir casos de jovens que possuam DSTs e caso o teste seja positivo ajude-os a prevenir a transmissão e tratar-se diminuindo assim o aumento de infectados no Brasil.