O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 19/06/2018
As DSTs acompanham a história da humanidade, acometendo pessoas de todas as classes, sexos e religiões. Mesmo com a pulverização avançada das informações, assuntos são comprometidos por meio de restrições, provocando problemas de cunho global em função da desinformação.
Na medida em que há o progresso dentro da área tecnológica, novas fórmulas vão surgindo, assim como também novas doenças. No caso das Sexualmente Transmissíveis, as suas resistências e expansões se devem principalmente a falta de percepção das pessoas com os riscos e o nível de gravidade. Associam tratamentos eficientes com cura, o que não é correto validar, já que a AIDS é uma patologia que possui o coquetel para que apenas não haja evolução da doença, sendo impossível sua reversão, até então. Em detrimento disso, as pessoas se veem capazes de se relacionarem intimamente sem o uso de camisinha, aumentando o número de infectados.
Além disso, existe uma grave leniência por parte do poder público com os programas de informações voltados para os jovens das escolas, que ainda estão sob processos de formação. Na maioria das vezes, essas crianças e adolescentes, por motivos desorientação e de nunca terem testemunhado nenhum caso próximo da doença, se definem como imunes a qualquer coisa que venha a acontecer, se tornando vulneráveis e suscetíveis a contraírem futuramente.
A partir de uma revisão legal criteriosa, como forma de minimizar esse problema de imparcialidade de conhecimento, primeiramente se torna necessário o detalhamento do assunto nos meios midiáticos a todo o momento, não só em épocas de surto, para que a população possa aprimorar o que já sabe e reconsiderar outras ideias. Outra medida, se deve partir por meio do Ministério da Saúde e Educação, com a ajuda do corpo educacional, dentro das escolas, promovendo palestras e atividades semanais, provocando no jovem uma maior perspectiva com relação as consequências ao longo da vida.