O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 22/06/2018
Durante o século XVI, a colonização das Américas acarretou o contato dos europeus com os nativos, de forma que estes contraíram várias doenças e até morreram. No Brasil vigente, o combate das doenças sexualmente transmissíveis(DSTs) é fundamental para o progresso da nação. Contudo, os principais fatores que colaboram para o aumento das DSTs são a falta de consciência da população e ausência de conhecimento sobre os métodos de prevenção.
É inquestionável que as DSTs crescem entre os jovens, de modo que estes não tem noção da gravidade do problema. Para o filósofo iluminista Immanuel Kant, todos sabem distinguir o bem do mal, pelo que todos são chamados a cumprir com o seu dever. Nesse ínterim, o fato que as pessoas relacionam-se sem proteção está ligado ao mal que propõe o Kant, pois na maioria das vezes as pessoas sabem que podem contrair uma doença grave, porém, acham que não vai acontecer com elas. Consequentemente, o número de portadores do vírus HIV aumentam e assola a população, sobretudo, entre os jovens, estes que são a base da população e o futuro do país.
Outrossim, outro problema é desinformação da população sobre como se proteger das DSTs. Para o sociólogo contemporâneo Zygmut Bauman, vivemos em tempos líquidos, uma sociedade que não pensa a longo prazo e adapta-se facilmente às objetividades do pós-moderno. Dessa forma, a sociedade induz a sexualidade pelas novelas e canais de televisão abertos, no entanto, a proteção contra doenças quase não há, de modo que quantitativo de relações sexuais aumentem e sem proteção. Dessa forma, há aumento das relações sexuais cada vez mais cedo, prova disso é que segundo o IBGE, cerca de 28% dos jovens entre 13 e 15 anos já tiveram contato sexual.
Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas a fim de reverter a situação. Logo, urge ao Ministério da Educação, por meio de palestra e cartilhas nas escolas para mostrar os resultados da relação sexuais desprotegidas, tais como aids, sífilis e gonorreia, de modo que oriente os jovens ao uso de preservativos durante a relação sexual, a fim de reduzir as patologias relacionadas ao sexo. Ademais, o Ministério da Saúde e a mídia devem fazer propagandas direcionadas a população, de forma que demostre que não só o uso da camisinha é uma ótima medida para se prevenir contra as DSTs, como também os locais de obtenção do tal preservativo como os postos de saúde e de forma gratuita.