O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 03/07/2018
As doenças sexualmente transmissíveis são muito comuns no Brasil e no mundo, afetando, principalmente, o público jovem com atividade sexual incipiente. Todavia, essas patologias representam um sério problema para higidez da população, ocasionando o padecimento de diversos públicos, inclusive de bebês e gestantes. Por causa disso, é necessário a resolução dos entraves que corroboram a propagação dessas enfermidades, sobretudo, acerca da profilaxia e diagnóstico dos enfermos
Em se tratando das medidas profiláticas, a principal e mais eficiente a ser citada é o preservativo, que é uma barreira mecânica que impede o contato dos fluidos sexuais contaminados. No entanto o real problema consiste na pouca aceitação desse método pelos jovens, no Brasil, seis em cada dez jovens entre 15 e 24 anos fez sexo sem preservativo no ultimo ano, segundo pesquisa feita em 2013 pela PCAP. Isso decorre da banalização das DST’s, que por sua vez, é consequência da falta de informação.
Além disso, sob a necessidade de diagnosticar a população, há, no Brasil, uma deficiência de políticas de saúde destinadas a esse propósito. Dessa forma, os acometidos propagam as doenças sem mesmo ter ciência delas, um exemplo claro, é o vírus HIV, nem todos que o possuem apresentam os sintomas da síndrome (AIDS). Dessa forma ocorre uma disseminação silenciosa das enfermidades.
Por tudo isso, é dever do Ministério da Saúde propiciar que a população jovem possa realizar exames anuais que diagnosticam DST’s, por meio de mutirões em laboratórios e hospitais, com o fito de tratar das doenças e impedir que se propaguem de forma silenciosa. Ademais, é dever das escolas, em conjunto com a família, educar sexualmente os jovens, sobretudo, sobre o uso de preservativos e os malefícios das doenças sexualmente transmissíveis, isso através de palestras e reuniões, a fim de tornar a população sexualmente ativa mais informada e consciente.