O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 06/07/2018

Desde as civilizações mais primitivas, com maior ou menor fundamentação científica, o homem busca sanar seus problemas físicos, melhorar sua qualidade de vida e propagá-la com bem-estar.Nesse sentido, é evidente a importância do debate ao combate de doenças sexualmente transmissíveis e ao aumento do número de infectados por essas no Brasil.Tal problemática será amenizada se fatores como a conscientização da sociedade, principalmente juvenil, acerca do assunto e as condições precárias de saúde forem tratadas como prioritárias.

É inegável que, nos últimos anos, o número de casos de doenças sexuais no Brasil aumentou significativamente.Tal acontecimento pode ser explicado pela falta de informação a respeito da gravidade da doença, negligência de se conhecer o histórico do parceiro e pelo abrir mão da utilização da camisinha durante a relação sexual.Segundo a Pcap, 43,4% do jovens não se protegeram durante o sexo casual; 74,8% nunca fizeram o teste de HIV e 21,6% acreditam que existe cura para a AIDS.Ou seja, com o aumento de indivíduos infectados, os hospitais tornam-se superlotados ocasionando o descontrole das doenças.

Outro aspecto não menos relevante é a estruturação limitada do sistema brasileiro de saúde pública o qual está diretamente ligado à intensificação de doentes acometidos por DSTs.Tal fenômeno ocorre devido à falta de profissionais, equipamentos, medicamentos e outros em regiões periféricas, onde há carência de conhecimento sobre as doenças, que impedem o controle dessas.

Medidas são, portanto, necessárias para resolver o impasse.O Ministério da Saúde junto ao Governo Federal deve divulgar propagandas em rede nacional para a conscientização da sociedade acerca dos sintomas, da prevenção, e do tratamento de DSTs e a Receita Federal deve disponibilizar uma maior parte dos impostos para melhoria de infraestrutura e atendimento em hospitais e unidades básicas de saúde públicos.