O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 15/10/2018
É indubitável que, diante dos problemas que se perpetuam na sociedade brasileira, o aumento de infectados por Doenças Sexualmente Transmissíveis é um imbróglio de cunho social. Dessa forma, fica evidente o combate frente a essa problemática uma vez que as DSTs podem provocar graves consequências na vida do indivíduo. Nesse contexto, fazem-se relevante abordar não só a falta de proteção sexual como também, as consequências que esse ato pode gerar.
Em primeira análise é válido ressaltar que, apesar da crescente abordagem do Ministério da Saúde e da Educação em realizar campanhas de cunho informativo sobre a importância da prevenção nas relações sexuais, é unanime a questão da falta de conscientização ademais, enquanto os jovens não dão a devida importância ao uso do preservativo por acharem que as DSTs são facilmente remediável, os mais velhos pecam pela falta de hábito em utiliza-lo. Tal fato fica mais alarmante quando comprava-se que 40% da população não faz o uso da (camisinha) nas relações, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, o descaso da realização de exames como por exemplo o de HIV e Sífilis, agrava ainda mais esse cenário caótico.
Concomitante a isso, a resultante dessa negligência quanto as formas de prevenção são, riscos de contaminação com o vírus do HIV, Sífilis que até pouco tempo era considerada uma doença controlada no entanto, voltou a ser um enfermidade preocupante além do fato da Sífilis congênita afetar o bebé durante a gestação. Não obstante, a gravidez indesejada e um possível aborto podem ser facilmente prevenidos com o uso de contraceptivos de barreira. Sendo assim, torna-se imprescindível a ação das esferas governamentais nas estruturas socais do país pois, como dizia o Filósofo Confúcio “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.
Infere-se portanto, que é fundamental o embate desse impasse. Para que isso ocorra é necessário que o Ministério da Saúde em parceria com o da Educação usem de suas ferramentas para ministrar palestras, campanhas, seminários mais esclarecedores e apelativos em ambientes públicos, centros médicos e educacionais, ministrados por psicólogos e especialistas com o objetivo de fomentar a mudança de certos hábitos e pensamentos, visto que são responsáveis pelas diretrizes nesse âmbito. Não menos importante, a mídia deve estar engajada com propagandas e debates públicos sobre o assunto com o intuito de otimizar essa articulação. Acredita-se que com a somatórias dessas ações será possível um avanço progressor na minimização dessa problemática .