O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 14/08/2018

Há anos o Brasil é marcado por lutas para erradicar as doenças que acometem a população, como as reformas urbanísticas de 1909. Todavia, desde a implementação do Ministério da Saúde, sob o governo de Getúlio Vargas, já existiam patologias transmitidas no ato sexual desprovido de segurança, como a sífilis e a gonorreia. Diante do contexto e da gravidade da situação, urge a necessidade de novas ações para sua efetiva coibição.

Em primeira análise é válido ressaltar os efeitos das relações sexuais desprotegidas. A princípio, a gravidez indesejada é um dos fatores que mais afetam os jovens. Em consequência disso, a expectativa de vida decresce tanto para os bebês contaminados ainda durante a gestação, tanto para os indivíduos infectados diretamente pelas doenças sexuais. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 2,5% da população brasileira sexualmente ativa já foi acometida por essas enfermidades.

Ademais, a transmissão das DST´s, alude-se à displicência e à falta de informação, principalmente entre os jovens, dos riscos nas relações sexuais sem proteção. A premissa de que “isso nunca vai acontecer comigo” ou o desconhecimento da importância do preservativo no ato sexual e suas seguintes consequências, faz com que os indivíduos, utilizem apenas métodos contraceptivos para gravidez, e esqueça da severidade das doenças transmitidas no ato. Desse modo, de acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, cerca de 30% da população não usam preservativos, o que corrobora para o aumento dos casos.

Torna-se necessário, portanto, a erradicação dessa problemática. Logo, o Poder Judiciário abrirá uma emenda que assegure o diálogo sobre as sequelas desse fato nas redes de atendimento hospitalar e nas escolas, com profissionais qualificados. Ademais, o Ministério da Saúde deve  orientar projetos que promovam a informação em ambientes públicos por meio de cartazes educativos e orientações médicas, além de implementação de máquinas de preservativos nas escolas públicas e postos de saúde, acompanhados por psicopedagogos para otimizar essas relações interpessoais. Nesse viés, será possível ao menos garantir a  Ordem e o Progresso estampado em nossa bandeira.