O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 18/08/2018
Apesar das intensas campanhas governamentais nos últimos anos com a finalidade de alertar os jovens sobre a importância de utilizar preservativo, o país está imerso em uma nova epidemia de Sífilis. Nesse contexto, vale destacar a falta de zelo destes com a própria saúde, de forma que não possuem cautela ao administrar a vida sexual. Vale ressaltar também a facilidade de tratamento da doença, que induz o equivocado relaxamento em não praticar o sexo seguro.
No que concerne a falta de zelo dos jovens com a saúde, destaca-se o comportamento perigoso em não utilizar proteção durante as relações sexuais. De tal maneira que se anula os efeitos positivos da camisinha, no que se refere a evitar a contração de doenças sexualmente trasmissíveis, entre as quais: Sífilis, AIDS e Gonorreia. Além disso, consta a submissão ao risco de uma gravidez indesejada na adolescência.
De conformidade com isso, entende-se que a facilidade de tratamento da Sífilis induz o conformismo dos jovens em não se proteger da doença. Uma vez que a penicilina pode ser aplicável facilmente em unidades de saúde, fato que orienta a errônea sensação de segurança dos adolescentes. Por conseguinte, como são efêmeros os sintomas da doença nos estágios iniciais, a exemplo das manchas pelo corpo, tais sinais podem ser ignorados na fase mais importante para o tratamento.
Portanto, a fim de que se torne possível barrar a expansão do contigente de indivíduos infectados pela Sífilis, é fundamental que o governo brasileiro continue as campanhas em prol do uso de camisinha. No entanto, é necessário que o diálogo em torno das doenças sexualmente transmissíveis se inicie com os pais, visto que a sexualidade ainda é um tabu nos lares brasileiros. Enfim, com a união de toda a sociedade e a opinião pública será possível um combate efetivo as DSTs.