O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 25/08/2018

Segundo a Constituição Federal, “a saúde é um dever do Estado e um direito do cidadão”. Nesse sentido, é frequente colocar a obrigação do governo em cuidar da saúde das pessoas. Portanto, é necessário refletir o papel estatal e os deveres dos indivíduos para reduzir o número de casos de infecção por DST (doença sexualmente transmissível) no Brasil.

Apesar de os serviços de saúde disponibilizarem meios para o diagnóstico e tratamento de DST, não se mostram eficientes no combate das mesmas. Isso porque muitas dessas doenças têm tratamento, mas não cura. Justifica-se, desse modo, esforços na prevenção. Sob esse ponto de vista, o preservativo é reconhecido como eficiente para evitar o contágio de DST. Todavia, o seu uso está pouco frequente, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde e pela mídia, seja pelo desconhecimento do risco da transmissão de doenças ou mesmo por falta de cuidados das pessoas com a própria saúde.

Sendo Assim, as doenças venéreas continuam sendo diagnosticadas em números crescentes. Contudo, o Ministério da Saúde deve estimular a prevenção, por meio de palestras em escolas, campanhas amplamente divulgadas, debates com participação de profissionais de saúde, de gestores e da população, para que haja melhor sensibilização sobre o problema e mudança de comportamento, levando à redução da incidência de DST nos brasileiros.