O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 06/09/2018

De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas UNIAIDS, estima-se que existem 36,7 milhões de pessoas vivendo com o vírus do HIV. Porém, as DST vão além desse vírus, abrangendo outras doenças como a sífilis, gonorreia, herpes e entre outas que infectam principalmente jovens e adolescentes no Brasil. Assim, é preciso criar meios para reduzir o número de infectados, tendo em vista que não se têm um debate aberto acerca da problemática e consequentemente há uma discriminação daqueles que portam a doença.

Em primeira análise, é importante entender que no país escassa é a abordagem e as informações sobre as doenças sexualmente transmissíveis, como mostra a pesquisa publicada pelo Portal do Brasil um quinto da juventude brasileira acredita que as doenças são contraídas usando copos, talheres e outros objetos de pessoas com a doença. Contudo não há projetos nas escolas que informem sobre as consequências de não se prevenir durante uma relação sexual.

Ademais, pela falta de conhecimento sobre o assunto, os indivíduos da sociedade muitas vezes discriminam os portadores de patologias transmitidas sexualmente não só por achar que irão ser contaminadas, mas por julgar a sua vida pessoal. Sedo assim, faz com que essas pessoas sejam privadas de direitos que lhes são garantidos pela constituição como por exemplo o assegurado pelos direitos humanos no artigo 23º, onde se garante o trabalho para todos os cidadãos.

Desse modo, faz-se necessário criar medidas para resolver o impasse. É necessário, portanto, que o Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Saúde, crie projetos nas escolas onde palestras serão ministradas por profissionais da área com o intuito de alertar os estudantes sobre as DSTs e como se prevenir. Além, de que a mídia televisiva e digital, façam propagandas informativas que visem acabar com a ignorância e preconceito mostrando os meios de se contrair a doença. Desta forma, diminuirá o número de contaminação no Brasil.