O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 30/10/2018

A partir do Renascimento cultural, ocorrida no século 14, as doenças sexualmente transmissíveis mostraram a verdadeira dimensão de perigo e propagação que possuem, já que nesse período houve a “troca” do teocentrismo pelo antropocentrismo, aumentando a liberdade dos antes adeptos do amor espiritual aderirem ao carnal.Apesar dessa situação parecer de uma concepção retrógrada, o aumento de infectados no Brasil provam que é uma problemática atual. Dessa forma, visando minimizar o número de contaminados torna-se necessário ampliar as informações e conscientizar a população sobre o uso de preservativos.

Em primeiro plano,percebe-se que a falta de conhecimento sobre as DST’s, é um dos principais fatores para o aumento no índice de infectados. Exemplo disso têm-se na frase da diretora de Unaids no Brasil, uma ONG contra Aids, Georgina Braga, “hoje,se fala menos sobre a Aids também nas escolas e até na mídia em que o assunto acaba entrando em pauta apenas na página de ciência”, provando que a falta de informações, acrescido de um cenário de imprudência, resulta no maior número de casos dessas doenças.

Em segundo plano, vê-se que a imprudência em não utilizar preservativos durante a relação sexual, é um fator crucial para a propagação de DST’s. À luz disso, a Universidade Federal de São Paulo(Unifesp), pesquisou e concluiu que dos dois mil homens ouvidos entre os 15 e 25 anos, apenas 31% deles usam preservativos, demonstrando os descaso com a proteção e a causa do aumento de doenças sexuais.

Portanto, para reduzir o número de infectados por doenças sexualmente transmissíveis, medidas urgentes tornam-se necessárias. Para tal, o Ministério da Saúde, em parceria à escolas, e por meio de uma plataforma online, deve criar feiras educacionais, inserindo os alunos para pesquisar, em grupos, os tipos de DST’s, seus sintomas e tratamentos e,após a apresentação dos jovens, promover uma palestra com um profissional especializado no assunto, visando conscientizar os jovens sobre as doenças. Ademais, as prefeituras públicas devem implantar máquinas de preservativos em universidades e escolas no ensino médio, atrelado a placas impactantes sobre as doenças, visando o choque das pessoas fazendo com que elas usem os preservativos.