O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 01/10/2018
Apesar do amplo acesso à informação o número de casos de doenças sexualmente transmissíveis, as DST, cresceu cerda de 104% entre os jovens, entre 2014 a 2016, segundo o Ministério da Saúde, MS. Dessa forma, a falta de medidas preventivas, principalmente o uso de preservativo, contribui decisivamente para o aumento de casos seguido dos gastos públicos no tratamento destas doenças e no sofrimento em decorrência das sequelas e sintomas, que podem perdurar a vida toda.
De acordo o MS, a incidência de DST é maior entre 19 e 24 anos, já que nesse período muitos jovens têm a vida sexual ativa. No entanto, a sexualidade ativa não vem acompanhada de atitudes responsáveis como o uso da camisinha. Nos anos 90 a prevenção destas doenças estava associada ao contágio da AIDS,cujo tratamento era praticamente inexistente levando a muitos óbitos. Contudo, os avanços no tratamento desta doença e a diminuição das campanhas publicitárias incentivando o uso de preservativos resultou num “relaxamento” com relação a medidas preventivas e no aumento de casos de AIDS, sífilis dentre outras DST.
Com isso, os gastos públicos nos tratamentos com saúde são aumentados já que o trabalho de prevenção foi falho. Além das perdas econômicas e produtivas há também as emocionais como ter que conviver com a doenças, seus sintomas e sequelas durante toda a vida.
Dessa forma, é urgente que o MS promova junto às escolas oportunidades de orientação e de aprendizado sobre a atitudes sexualmente responsáveis. Para isso é preciso que haja o envolvimento de alunos, pais e professores em debates e momentos de formação, como palestras ministradas por enfermeiros , informando sobre as formas de prevenças, de tratamento destas doenças e também sobre quais atitudes o jovem deve ter para ter garantir a sua saúde sexual. Assim, a participação conjunta de vários agentes sociais são decisos para promover a saúde e o bem estar social.