O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 08/10/2018

O crescimento de  DST’s em questão no Brasil

A questão do crescimento de doenças sexualmente transmissíveis pode ter seu estopim no ato sexual desprotegido e na carência profilática. O maior incidente é no público jovem, que tende a ignorar o uso da camisinha por achar não prazeroso e, além disso, não tomam a vacina, que é gratuita em meninas de até 13 anos de idade.

Dessa maneira, enfermidades que até então eram consideradas erradicadas no Brasil ou que possuíam baixo índice de infectados, como Aids, HPV e sífilis tomam uma força maior que a proporção normal, podendo afetar qualquer indivíduo vulnerável. Segundo dados do Ministério da Saúde,  na faixa etária dos 20 aos 30 anos, a taxa de possuintes da HIV subiu de 16,2 casos por 100 mil habitantes para 33,1 casos. Além disso, 40% da população praticam atos libidinosos sem proteção, não são fadados pelo medo ou responsabilidade e acham que não poderiam acontecer com eles mesmos. A moléstia não escolhe, não é seletiva e nem mesmo pessoal, apenas ataca quem não é adepto as profilaxias corretas.

Por conseguinte, deve-se explanar também o fato de que, muitas vezes manipulados por fake news e por falsos preconceitos, a comunidade acaba não tomando a vacina contra as DST’S, que são passagem de entrada também para o câncer de colo no útero. Falta conscientização da população, que só é assegurada com a preocupação governamental de salientar a importância de se precaver.

Conforme leis Newtonianas, a tendência dos corpos é permanecer do jeito que estão até que uma força atue sobre eles. Assim sendo, torna-se necessários medidas públicas por meio de locomoções midiáticas que destaquem para a população a necessidade de se imunizar e usar preservativo.  Quando não se obtêm informação a problemática se aloja permanentemente afetando cada vez mais a sociedade, a prevenção sempre será a melhor forma de se manter protegido.