O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 23/10/2018
O Brasil vive um epidemia de HIV desde 1981. A geração de jovens contemporâneos, tendo todo acesso à tecnologias e informações sobre saúde, conseguiram aumentar a propagação de DST’s no país. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para a sociedade.
Primeiramente, sabe-se que o aumento de infectados no Brasil por doenças sexualmente transmissíveis se deve em boa parte pela falta de informações e pela perca do medo de contrair doenças por conta das tecnologias de medicamentos. Ademais, 6 em cada 10 jovens já transaram sem preservativo, segundo pesquisas da UOL, certamente, a rapidez que a modernidade atual exige das pessoas faz com que na hora do ato os indivíduos acabam esquecendo de se proteger. Logo, é imprescindível medidas para instruir melhor a população.
Não obstante, a proliferação de Sífilis em mulheres gestantes tem preocupado as autoridades, uma vez que a doença infecta o bebê por transmissão congênita. Segundo o Ministério da saúde, essa doença tem tido sucesso na infecção devido aos sintomas que desaparecem com rapidez e só voltam a reaparecer meses depois. Ainda nesse viés, o tabu nas escolas de ensinarem as crianças sobre como se protegerem de DST’s também é um obstáculo a ser enfrentado. Sendo assim, segundo Pitágoras, " Educai as crianças para não punir os adultos", seria um caminho para vencer as barreiras contra as mazelas.
Fica evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visam à construção de um mundo melhor. Destarte, o MEC deve implementar na grade escolar uma disciplina sobre saúde que instrua melhor crianças e adolescentes como se prevenir de DST’s, no intuito de mitigar os tabus e evitar a multiplicação futura de doenças indesejáveis. Além do mais, o Governo Federal pode promover campanhas de conscientização sobre o uso de preservativos, por meio de cartazes, televisão e redes sociais.