O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 26/10/2018
Adquirir uma doença sexualmente transmissível (DST) ocorreu pela primeira vez, no século XVI, na europa. Nessa época, a religião era muito forte e, por isso, a doença foi considerada como forma de pagamento dos pecados divinos. Entretanto, nesse século não haviam maneiras de prevenção, e hoje no Brasil, há camisinhas distribuidas gratuitamente, porém há a persistência das DSTs. Fica assim evidente a necessidade de refletir sobre essas doenças serem consideradas tabu e as causas do descaso na utilização de preservativos.
Em primeiro plano, apesar do século com forte teor modernista (desconstrução de padrões) as DSTs ainda são extremamente ignoradas, mesmo que seja uma questão de saúde conjunta que deve ser discutida entre parceiros. Todavia, por ser um tabu, mais de oitenta por cento dos jovens, de acordo com o site r7, nunca fizeram exames para identifcar essas doenças. Portanto, o fato da população evitar conversar sobre DSTs, comprova a terceira de lei de newton- “toda ação tem uma reação de igual intensidade e sentido oposto”- pois o diálogo teria uma reação positiva apesar do desconforto do momentâneo.
Em segundo plano, de acordo com a Constituição Federal Brasileira de 1988, todos devem ter direito a saúde, sendo assim, as camisinhas são distribuidas gratuitamente no país. Entretanto, há desleixo da sociedade com o uso, isso acontece por achismos como: isso nunca vai acontecer comigo; e pela falta de conhecimento: esse fato ficou evidente nos comentários do vídeo “Corpo Sensual” de Pabllo Vittar, pois ela aparece com um preservativo e há o questionamento do motivo, já que seria uma relação homossexual, isso deixa explícito que evitar a gravidez é o maior objeitvo entre muitos e exemplifica as pesquisas da grande mídia que afirma que o maior número de DSTs são nas relações homossexuais. Esse fator se torna ainda mais perigoso consoante ao pensamento dso sociólogo Bauman sobre as relações líquida em que há constante troca de parceiros sexuais.
Em suma, visto que as DSTs precisam ser mais discutidas no Brasil e os meios de preservativos devem ser priorizados medidas devem ser tomadas para atenuar os números de casos. Por conseguinte, o Ministério da Saúde deve contar com a ajuda de voluntários e investir na precaução dessas doenças e, assim, colocar carros (de exames/orientações/distribuições de camisinhas) obrigatórios em festas, de forma que todos os hospitais tenham ao menos um disponível com o objetivo de acentuar o conhecimento sobre as DSTs. Outrossim, a mídia deve colaborar com a ação por intermédio de campanhas com a visão de desconstruir o tabu imposto e orientar a sociedade a procurar a prevenção e exames, seja nos carros do Ministério da Saúde ou em hospitais.