O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 31/10/2018
Desde a idade média, período marcado com terríveis feitos, doenças já eram passadas através de relações sexuais, como a sífilis, causadora de milhões de mortes entre povos no século das trevas. Hodiernamente, mesmo com o avanço da ciência, o aumento de infectados ainda é um problema de saúde pública.
A década de 80 serviu de palco para um número expressivo de falecimentos no Brasil pelo surto de Aids, entre esses, figuras públicas de uma classe privilegiada. O que de alguma forma, impulsionou o país a pesquisas, estudos.. A fim de amenizar o caos, achando assim não a cura, mas um tratamento em forma de coquetel eficaz, diminuindo satisfatóriamente os casos de mortes
Entretanto, mesmo com o decréscimo no índice de hóbitos e uma possibilidade de uma vida estável aos contagiados. Nos anos de 2005 e 2015, o número de pessoas infectadas variou de 1 a 65mil, segundo dados da Organização mundial de Saúde (OMS), sendo em maior porcentagem, jovens e adolescentes. Ou seja, cada vez menos as pessoas estão se previnindo, o que está aliado a falsa sensação dos cidadinos de um domínio sobre a doença, o que explica a ausência da educação sexual.
Em síntese, não basta que a medicina evolua em seus estudos de imunologia humana, mas que o vírus seja combatido em causas sociais. Portanto, é necessário a fomentação de parcerias entre Secretárias de Saúde, Escolas e Centros Universitários. A fim de conscientizar o público alvo, por meio de palestras e debates sobre saúde pública e imunologia, como também a distribuição de preservativos.