O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 31/10/2018
A contemporaneidade propiciou avanços na medicina, tais como a solidificação de diversas medidas preventivas e anticoncepcionais. Entretanto, mesmo com a assiduidade do progresso, as DST’s estão presentes e direcionando-se frequentemente a um aumento de contaminados na sociedade, principalmente entre jovens, de acordo com a Secretaria de Saúde, que registrou 29 mil casos de DST’s nos últimos 5 anos. Além disso, a desinformação e falta de atenção sobre o assunto pela população é importante causador desse acréscimo. Nesse contexto, deve-se analisar as causas e consequências desse aumento e medidas para controlar e reduzir os contaminados.
Em primeira análise, é importante atribuir que práticas de relações sexuais sem o uso de preservativos são causas de frequentes gestações indesejadas, sendo mais de 55% das brasileiras com filhos que não planejaram, de acordo com o G1. Em consequência disso, os efeitos são atribuídos tanto às crianças, por meio de transmissão vertical, quanto os indivíduos contaminados diretamente pelas doenças. Portanto, é necessário ressaltar que essa transmissão vertical pode resultar em má formação do feto, aborto, retardamento mental, além de outras consequências.
Nesse sentido, pode-se outorgar os elevados índices de infectos à grande desinformação e displicência por parte da população, principalmente os jovens, que não reconhecem a importância do uso de proteção nas relações sexuais e por desconhecerem os riscos que correm quando praticam essas negligências. Por exemplo, de acordo com a OMS, cerca de 60% das pessoas não usam preservativos, ou não reconhecem os sintomas de doenças como sífilis ou que a AIDS possui tratamento, mas não a cura. Consequentemente, podemos atribuir aos jovens o crescente número de casos no país, sendo que colocam a qualidade de vida em risco.
Sendo assim, é necessário que a OMS em parceria com as escolas, universidades e repartições públicas realizem campanhas de divulgação sobre as DST’s, divulgando cartazes, dando palestras, distribuindo folhetos informativos, além de divulgação de depoimentos de pessoas que possuem DST’s. Assim, as pessoas se conscientizarão sobre as causas, consequências e métodos de proteção dessas doenças, minimizando os índices de infectados e prevenindo novos casos.