O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 01/11/2018
A obra cinematográfica “Filadélfia”, de 1993, relata a experiência de Andrew Beckett, um advogado promissor que descobre ser portador do vírus HIV e é despedido sumariamente da empresa em que atuava. Vítima de preconceito, tanto por sua doença, quanto por sua sexualidade, o filme contextualiza a epidemia vivenciada pela população da década de 80 e 90 e que retorna atualmente, junto com os estigmas que a cercam.
Em primeiro plano, vale ressaltar a terminologia IST (Infecção Sexualmente Transmissíveis) adotada em substituição á expressão DST (Doença Sexualmente Transmissíveis), destacando o fato de pessoas que possuem e podem transmitir infecções, mesmo sem apresentar sinais ou sintomas. Entre os fatores que mais influenciam, estão o relaxamento dos métodos preventivos e o uso indiscriminado dos medicamentos terapêuticos.
Em consequência da utilização irresponsável de antibióticos estão surgindo bactérias resistentes, o que reduz as opções de tratamento, tornando novamente as infecções em uma ameaça para a sociedade Ademais, a escassez de campanhas públicas, visando conscientizar e prevenir a ocorrência das mesmas, bem como os prejulgamentos quanto ás suas formas de contágio e vivência, que causam uma morte social aos doentes, são obstáculos que agravam a situação.
Logo, o aumento da aparição das Infecções Sexualmente Transmissíveis é de extrema preocupação. Faz-se necessária medidas para contornar a emblemática. O Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Educação e o setor midiático, precisam promover palestras sobre os perigos das enfermidades que estão reaparecendo e a importância quanto a formas de prevenção. Além disso, a realização e com métodos profiláticas pós-exposição, como o tratamento adequado a enfermidade. Dessa forma, é possível assegurar a saúde social.