O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 18/04/2019
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são um conglomerado de enfermidades que tem como porta de entrada no sistema humano o ato sexual. Segundo o Ministério da Saúde Brasileiro; são mais de quarenta e oito mil casos novos registrados em 2016, dessa forma é notório o aumento na incidência e prevalência dessas doenças nos adolescentes e/ou jovens. Esse aumento significa que os dispositivos de saúde e educação estão falhando nas instruções acerca do sexo seguro, mas também pode-se discutir sobre a ausência do medo perante a permissividade sexual. Nesse sentido, a educação sexual não tem demonstrado-se tão efetiva ao longo desses anos, é necessário compreender melhor os adolescentes e/ ou jovens millennials, ou seja, jovens nascidos na virada no novo milênio. Pois trata-se de uma geração totalmente atípica das outras, não só por serem mais globalizados e estarem em constante contato com a tecnologia, mas também por usufruírem de uma liberdade sexual nunca já vivenciada na história do ser humano, essa busca incontrolada pelo prazer que vem atrelada com o senso comum; camisinha é só para casos de HIV e para prevenir a gravidez. Em contra partida, temos métodos retrógrados de educação sexual, ou nem temos. O ideal é mutualidade mais assídua entre educação e saúde, constituíndo uma rede de apoio biopsicosocial para adolescente e/ou jovens. Mas também foi uma geração que não vivenciou a catrástofre que as DST fizeram ao longo da história, em especial : 1970 até 1990, por ter acesso a medicamento que trazem a cura ou minimizam os efeitos colaterais, sendo assim, ausência do medo ou a ilusão de segurança, mais uma prerrogativa para o sexo inseguro. Vale ressaltar que a educação sexual é um direito, o que a torna um dever civíco, pois estes adolescentes e/ou jovens vão ser futuros adultos, assim reprodutores dos seus pensamentos. Portanto, se faz necessário uma intervenção do estado para um o maior uso dos dispositivos na área de saúde e educação afim de melhorar a promoção e a prevenção em saúde através da educação sexual, assim constituindo uma sociedade mais preparada para sexo. sexo.seguro. Pois, o sujeito que compreende bem o próprio corpo, não desvaloriza o corpo do outro.