O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 14/07/2019

A primeira epidemia de DST aconteceu no século XVI quando o soldado alemão Ulrich Von contraiu uma doença até então desconhecida, que se espalhou rapidamente entre plebeus, reis e monges. Atualmente, o aumento de infectados vem preocupando as autoridades públicas. O desuso dos preservativos e a falta de conscientização são alguns dos fatores que fizeram esses casos se destacarem nos últimos anos.

Os preservativos que começaram a ser usados também no século XVI são considerados o método mais efetivo para prevenir doenças segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), está cada vez mais ausente nas relações sexuais, seja ela de jovens ou adultos. De acordo com Geraldo Duarte, ginecologista e obstetra, o aumento de DSTs entre jovens se dá a falta de medo; já entre os mais velhos se explica porque o preservativo incomoda e eles não foram educados para usá-lo. O que é conveniente, visto que o assunto sempre foi um tabu e anos atrás não era diferente.

Além disso, poucas são as campanhas promovidas com intuito de conscientizar a população acerca das DSTs, e, incentivar a realização de exames rápidos para identifica-las, assim, impulsionando a falta de informação e proliferação dos casos no Brasil. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, entre 2007 e 2013, o aumento de DST foi de 603%, e, pelo menos 20% das pessoas com HIV, não sabem que tem, de acordo com o Infectologista do Hospital Emílio Ribas.

Visto isso, é evidente que medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. O governo Federal deve destinar uma maior parcela da verba pública para o Ministério da Saúde investir em campanhas educacionais dentro das escolas com os adolescentes e nas comunidades com o público em geral, assim, conscientizando jovens e adultos sobre a importância do uso do preservativo e da realização de testes rápidos e gratuitos disponibilizados pelo SUS, de modo que, gradualmente esse problema seja eliminado de nossa sociedade.