O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 12/09/2019
As Grandes Navegações, que aconteceram a partir do século XV, são lembradas não só pelas diversas descobertas territoriais feitas, mas também pelo amplo contágio de doenças entre os povos. Neste contexto, embora que remédios e tratamentos tenham sido criados para controlar a propagação das doenças, atualmente, o número de infectados pelas doenças sexualmente transmissíveis, as DSTs, está aumentando no Brasil. Visto que a falta de educação sexual e cuidados com a saúde contribuem com o crescimento de afetados, medidas fazem-se necessárias.
Em primeiro lugar, nota-se que a carência da educação sexual como conscientizadora e esclarecedora das questões relativas ao sexo é fator primordial para o aumento das DSTs. A saber, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo R7, enquanto menos de 40% da população brasileira usa camisinha nas relações sexuais, o uso de pílulas anticoncepcionais cresce constantemente. Consequentemente, uma vez que as pílulas inibem apenas a gravidez, o desuso do preservativo ideal para prevenir as DSTs, a camisinha, é prejudicial. Logo é substancial a mudança esse quadro.
Além disso, em casos de infecções sexuais, a falta de diagnóstico e tratamento a saúde pode desencadear estágios mais graves, até mesmo a morte. Diante disso, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, em situações de descuidos, a sífilis, por exemplo, pode afetar órgãos e sistemas do indivíduo e, em casos de gestantes, a doença pode ser transmitidas a criança, comprometendo sua formação. Desse modo, ante as complicações causadas aos indivíduos acometidos pelas DSTs, entende-se essa problemática cuja resolução deve ser imediata.
Portanto, diante dos fatos supracitados, medidas preventivas são necessárias para atenuar esse desafio. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente ao Ministério da Educação, fortalecer a aplicação da educação sexual na sociedade brasileira. Assim, consolidar a discussão sobre as doenças sexualmente transmissíveis, por meio de palestras nas escolas, adaptada a cada faixa etária, nas quais especialistas possam esclarecer sobre as relações sexuais e reforçar a necessidade do uso dos métodos contraceptivos, com o intuito de conscientizar sobre os cuidados a serem tomados ininterruptamente. Ademais, os meios midiáticos devem salientar as precauções e como agir em caso de infecção. Dessa maneira, com a prevenção nas relações sexuais, os infectados por DST no Brasil diminuirão.