O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 01/10/2019
A datar do século XX, a vida em sociedade mudou nas mais variadas esferas, a exemplo da saúde. No Brasil, vive-se uma situação crítica quanto ao aumento das DSTs, visto que, a falta do uso de preservativos, método mais eficaz na prevenção destas doenças, tem sido ignorado pela sociedade, na maioria jovens. Essa situação se dá, ainda, pela falta de esclarecimento sobre estas infecções. Desse modo, é vital avaliar tal quadro, intrinsecamente ligado a aspectos socioeconômicos.
A priori, é relevante ressaltar que a situação das DSTs pode-se definir como trágica. Isso ocorre, em geral, devido ao baixo senso crítico da população, fruto de uma educação tecnista, na qual não há estímulo ao questionamento. Sob esse viés, há um aumento no número de pessoas infectadas, pois a falta de políticas púbicas, o tabu que envolve a vida sexual e o desconhecimento acerca destas doenças, tornam o indivíduo mais suscetível às infecções. Dessa forma, é possível aferir que a doença pode manifestar-se em qualquer pessoa, independente da orientação sexual. Diante disso, uma anologia com a educação libertadora proposta por Paulo Freire mostra-se viável, posto que o pedagogo defendia um ensino capaz de estimular a reflexão, e assim, libertar o indivíduo sujeitado.
Outrossim, apesar de haver avanços na medicina, segundo o Ministério da Saúde, há um aumento das doenças, principalmente a AIDS, mesmo tendo incentivos do SUS para a prevenção e ampliação de diagnósticos e tratamentos das infecções. Entretanto, esse assunto não é pauta comum nas escolas. Então, o tema fica pouco esclarecido e torna-se um perigo para a saúde. Destarte, é essencial rever a questão cultural, desmistificando preconceitos.
Logo, é visível que o aumento das doenças sexualmente transmissíveis é responsabilidade de todos e deve ser superado. Dessa forma, é dever do MEC, por meio da oferta de debates e da inclusão do assunto na Base Comum Curricular, causando um importante impacto na construção da consciência coletiva. Portanto, promovendo uma boa qualidade de vida.