O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 28/09/2020

Na metade do século XX o rasil ininciou o cimbate ao HIV, tornando-se pioneiro no acesso universal dos meios de prevenção desse virus e tratamento da Aidis. Entretanto, na décade de 2010, mesmo com mais informações a transmição das Doenças Sexualmente Transmissíveis( DSTs) voltou a crescer devido à falta de acesso a informações sobre as formas de prevenção, tratamento e sequelas delas. Desse modo, torna-se necessário comprender essa problemática, para se criar meios de reduzir a contaminação por essas enfermidades.

Primeiramente, é preciso destacar que a falta de acesso a informação sobre os meios de profilaxia tornou-se um problema. Isso, pode ser comprovado pelos dados fornecidos pelo jornal UOL, nos quais 60% dos jovens fazem sexo desprotegidos e cerca de 20% acreditam, erroneamente, que a Aids tem cura. O que é uma adversidade, pois mesmo com uma vasta quantiade de conteúdos sobre quais são os melhores métodos de proteção eles não chegam a toda população. Como consequência, tem-se que a falta de conhecimento da existência desse material faz com que milhares de indivíduos sejam infectados.

Ademais, o aumento na quantidade de infectados gera outro agravante, o aumento nos gastos públicos com a tratamento dessas doenças e a piora na qualidade de vida dos infectados. Uma vez que, devido a oferta de tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde) aliado à desinformação o aumento no caso de contaminados faz com que os hospitais públicos gastem com um problema que poderia ser evitado caso fosse usado os métodos prevenção, mais baratos, fornecidos gratuitamente pelo Estado, como camisinhas. Além disso, tem se a piora na qualidade de vida dos indivíduos, que podem apresentar sequelas ou necessitarem de tratamento permanente, como no caso dos soropositivos para HIV. Desse modo, tem-se a que essas infecções, que podem ser evitadas, prejudica tanto a qualidade de vida dos cidadãos quanto o SUS.

Fica claro, portanto que o aumento no caso de DSTs  no país é um contratempo a ser combatido. Por isso, é preciso que o Ministério da Educação inclua na base curricular comum de biologia para as turmas de Ensino Médio  aulas sobre quais são os tipos de patologias transmitidas sexualmente, a forma de prevenção e de tratamento. Isso, com objetivo de instruir os jovens e assim evitar que sejam infectados. Além disso, o Ministério da Saúde, aliado às redes de televisão, pode veicular propagandas  de conscientização sobre as DSTs nos intervalos comerciais, com intuito de instruir a população. Dessa maneira, será possível diminuir a quantidade de infectados devido a universalização do acesso a informação e assim fazer com que o país volte a ser exemplo mundial na prevenção de DSTs.