O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 16/11/2020

Em 7 de Julho de 1990, o Brasil perdeu Cazuza, um grande ícone da música brasileira que vinha lutando, por três anos, contra uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Certamente, por conta do crescimento exponencial dos casos DSTs foi revelado um problema endêmico no Brasil: a falta de prevenção. Além disso, consequentemente, a mesma pode dar início a novos casos de doenças congênitas no país.

Antes de tudo, vale ressaltar que a utilização de preventivos na hora do sexo é de suma importância, no entanto, vem sendo negligenciada. Conforme um levantamento da Gentis Panel, empresa especializada em pesquisa de mercado, 52% dos brasileiros nunca ou raramente usam preservativos e 47% utilizam ás vezes ou frequentemente. Ou seja, a maioria da população brasileira prefere arriscar não pegar um DST, ao invés de ter 90-95% de chance de não ser infectado.

Sobretudo, cabe mencionar que algumas ISTs podem prejudicar os bebês das gestantes, como por exemplo a sífilis congênita que deixa sequelas no feto ou causa a sua morte. Segundo o Ministério da Saúde, foram 5.904 casos dessa doença em 2006 contra 20.474 em 2016. Em resumo, o uso de preservativos evita o sofrimento tanto do sujeito quanto de uma futura criança que possa nascer.

Sendo assim, com o intuito de evitar o aumento do número de DSTs no Brasil, os indivíduos devem, por meio de preservativos, injeções e até mesmo pílulas, se prevenir antes, na hora e depois do sexo para não prejudicar a saúde e satisfazer os seus desejos biológicos. Ademais, para garantir uma gestação segura, os progenitores podem fazer tratamentos para livrar-se de qualquer IST que venha prejudicar a gravidez. Desse modo, a população brasileira será mais saudável.