O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 09/01/2021

Herpes. Gonorreia. Clamídia. Essas são algumas das doenças sexualmente transmissíveis comuns no Brasil. Embora tenham tratamento e uma profilaxia simples e gratuita, os casos de contaminação aumentam a cada ano. Então, é preciso compreender o motivo desse acontecimento, mesmo com a larga distribuição de informação, e seus desdobramentos, a fim de encontrar soluções para a questão.

Em primeira análise, consideram-se os motivos para tal propagação. A internet e as redes sociais contribuem para a difusão de conhecimento, porém há uma falta de conscientização sobre a saúde íntima, principalmente entre jovens, de acordo com o portal R7. Além disso, muitas moças pensam que apenas no efeito anticoncepcional e, já que fazem uso de outros métodos, como o DIU ou a pílula, ignoram os preservativos. Assim, percebe-se o regresso nesse debate, principalmente devido ao desprezo em relação aos esclarecimentos disponíveis.

Em segunda análise, observa-se a seriedade das consquências das DSTs. Apesar de haver tratamento para a sífilis adquirida, ela também apresenta-se na forma congênita, quando em grávidas. Em decorrência dela, pode-se ocorrer um aborto espontâneo ou má formação do feto. Ademais, existem as doenças que não possuem cura, como o HIV. Ele tem opções paliativas, mas deixa o corpo da pessoa mais vulnerável para outras infecções e em casos graves pode levar a morte.

Em suma, constata-se a urgência desse problema ser resolvido, em prol da qualidade de vida pública. Logo, é dever do Ministério da Saúde, responsável pela administração e manutenção da higidez, criar novas campanhas de conscientização e aumentar o número de locais nos quais oferece-se preservativos. Isso deve ser feito por meio de palestras em escolas e universidades, que abrangem o público mais afetado, com o uso de materiais didáticos e exemplos reais, a fim de criar-se uma sociedade saudável, que tenha seu bem-estar garantido.