O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 07/07/2021

Os preservativos foram utilizados durante toda a história da humanidade, até mesmo na pré-história, quando os antepassados da raça humana os produzia de forma rustica por meio de tecido, material esse que foi substituído por látex no ano de 1880. Assim, com essa evolução, tornou possível o desaparecimento de doenças sexualmente transmissíveis, cenário que não se consolidou por dois motivos: a falta de educação sexual e a desinformação entre a população lgbt.

Em primeiro plano, a educação sexual sempre foi um tabu para a maioria da população, como afirma o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que segundo pesquisas, mais de cinquenta por cento da população se mostra contra esse tipo de informação. Porém, aqueles que discordam não sabem o que o tema realmente prega, o qual abrange assuntos não só a respeito de DSTs, como sobre abuso sexual e formas de evitar a gravidez.

Além disso, outros estudos feitos pelo IBGE afirmam que a maior concentração desse tipo de enfermidade está na população gay, uma vez que acreditam que a camisinha apenas protege da gravidez, o que não é o caso. Assim, é nítido que a falta de informação dessa parcela da população, problema que poderia ser facilmente resolvido por meio de aulas a respeito do tema, acaba por ser um grande agravante no número de casos.

Portanto, visto os fatos apresentados, o Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Educação, deve diminuir a desinformação a respeito do tema por meio da criação de aulas sobre segurança sexual, a qual abordará temas sobre como preservativos protegem não só da fertilização, quanto da propagação de enfermidades. Dessa forma, será possível mitigar a propagação das doenças sexuais, dado que uma vez educada, a população tomará mais cuidados.