O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 06/06/2022
Embora a lei nº 9313, do Art 96, da Constituição Federal, disponha sobre a distribução gratuita de medicamentos para portadores da HIV e da AIDS, percebe-
se que na atual realizadade brasileira, somente um quarto da população tem ciência dessa regularidade, principalmente no que diz respeito a progressão da DST. Desse modo, é necessário discutir sobre o alicerce que sustenta esse revés, tendo o foco na falta de informação e na negligência do uso de preservativos.
Em primeiro lugar, no seriado Sex Education, na Netflix, aborda-se sobre a importância da educação sexual no ambiente escolar para esclarecer aos jovens que estão passando por um processo de descoberta e amadurecimento. No decorrer da trama, houve um surto de clamídia -uma doença sexualmente transmissível- na qual muitos jovens não tinham conhecimento sobre métodos contraceptíveis, em que acreditavam que a enfermidade era transmitida pelo ar, promovendo desespero e nervosismo entre eles.
Por conseguinte, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, indicou-se que mais de 40% da população suxualmente ativa do Brasil, não faz o uso de camisinha durante o ato sexual, haja visto que a divulgação também concluiu que mais de 90% sbae que o preservativo é a forma mais eficaz para previnir da DST. Assim, compreende-se que os jovens não se preocupam na consequência que o ato - do não uso - pode causar.
Por fim, a conjutura do avanço de doenças sexualmente transmissível está presente na vida dos jovens no século XXI. Uma das maneiras para que essa enfermidade diminua deve-se da realização de palestras - para alunos de 13 a 18 anos- em instituições de ensino, ministradas pelo Ministério da Saúde juntamente ao Ministério da Educação, de modo que seria organizado um momento para estudantes e/ou especialistas que explicariam o porquê e o modo correto do uso de preservativos. Ademais, seria disponibilizado um blog “QR Code e/ou links” para sanar as dúvidas dos adolescentes. Dessa forma, os alunos não teriam vergonha em perguntar, além de adquirirem conhecimento e aprendizagem para quando resolverem ter relações sexuais. Logo, as campanhas deveriam acontecer mensalmente, não só em comemorações, como carnavais.