O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 01/10/2017

“A vida deve ser uma constante educação.” A citação de Gustave Flaubert faz alusão à importância da educação no decorrer da vida. Todavia, há um acréscimo nos casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis no Brasil (DSTs), devido á falta de profilaxia e instrução sexual.

Segundo o Ministério da Saúde, 52% dos brasileiros nunca ou raramente usam preservativos. Por conseguinte, os números de pessoas infectadas por DSTs aumentaram, em virtude da falta de cuidados da vida sexual, isto é, medidas profiláticas, as quais podem evitar o contágio e o aparecimentos dessas doenças.

Consecutivamente, há uma epidemia do vírus da Aids, o HIV, entre os jovens, devido à escassez de educação sexual na escola e em casa, tornando-se um fator influenciador. Ademais, os homens homossexuais estão entre as principais vítimas de morte por Aids, como por exemplo, os cantores brasileiros Cazuza e Renato Russo.

Logo, algumas medidas tornam-se imprescindíveis para o controle das DSTs na sociedade brasileira. Portanto, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação deve criar projetos educacionais voltados para a educação sexual nas escolas, ensinando aos alunos acerca da profilaxia e DSTs. Outrossim, os hospitais públicos e privados, com o apoio do governo, devem criar campanhas comunitárias que auxilem no tratamento e prevenção dessas doenças, como atendimento médico e distribuição de preservativos.