O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 02/10/2017

A disseminação das doenças sexualmente transmissíveis é um grave problema social, político e cultural, mesmo assim o governo brasileiro não está dando as condições necessárias para a resolução dessa situação. Contudo, ainda há tempo de transformar essa realidade, pois se o governo não está percebendo a urgência de agir, é papel do povo alerta-lo.

As DSTs são vistas como pouco presentes na sociedade em geral, isso acontece pelo fato de grande parte dos contaminados ter medo de se expor e serem descriminados. Entretanto, elas atingem as várias camadas da sociedade, principalmente as mais desfavorecidas economicamente, pois não possuem acesso a serviço de saúde e educação de qualidade. Logo, essas pessoas estão mais sujeitas a contaminação e descriminação.

Além disso, o governo não investe o suficiente em ações preventivas e de tratamento de DSTs, visto que os hospitais públicos do país não são capacitados para oferecer atendimento e tratamento especializado a portadores dessas doenças , isso facilita a propagação de enfermidades como a AIDS, gonorreia e sífilis.

No ano de 2013 iniciou-se no Brasil diversas formas de manifestações sociais com objetivo de melhorar as condições da população, como por exemplo os movimentos feministas e as manifestações para a melhoria da educação e saúde. Nesse contexto, essa é a oportunidade que o povo tem de enfatizar as consequências geradas pelas DSTs, assim o Estado dará maior prioridade a esse problema, por conseguinte investirá em soluções para amenizar seus impactos.

Portanto, à vista dessa situação, se faz necessário a ação das massas populares, por meio de movimentos que objetivem convencer o Estado a tomar atitudes para aumentar o investimentos em áreas específicas da saúde e da educação visando a prevenção e o tratamento das DSTs. Além disso, é preciso a reeducação da sociedade, de forma que saibam se proteger e respeitem a dificuldade do próximo, assim evitando a discriminação e agravamento do problema.