O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 08/10/2017

As doenças sexualmente transmissíveis - DSTs -  avançam mundo a fora infectando mais e mais pessoas. No Brasil, a sífilis voltou aparecer assustadoramente em brasileiros de todas as idades e nem mesmo os bebês estão fora dessa. Além disso, a clamídea e a gonorreia são outras DSTs que estão em ascensão entre os gays e que preocupam o Secretária da Saúde Nacional.

Em primeiro lugar vale ressaltar que a camisinha é o principal método preventivo contra  DSTs.  Porém,  o não uso de preservativo durante o ato sexual pelos jovens é apontado, na reportagem do “site” R7 como o motivo do  aumento de casos de HIV e de sífilis nesse grupo. Segundo o jornalista,  os adolescentes não tem medo dos riscos de contrair DST  com o sexo inseguro e por isso o número de infectados aumentam.

Além disso,  a ocorrência dessas enfermidades em gays também disparam. De acordo com a notícia do “site” universo A, o fato deles terem mais parceiros e praticarem sexo anal os tornam mais vulneráveis as DSTs. Logo, o uso de camisinha é imprescindível para conter o disparo de gonorreia, sífilis e clamídea  nessa classe de pessoas.

E para esclarecer um pouco mais, a sífilis congênita,  aquela transmitida de mãe para filho, expande sobremaneira, no Brasil. Além do risco de morte que o bebê de uma gestante contaminada possui, a má formação do feto é uma sequela possível. Por isso, a mulher deve  realizar o exame de sífilis assim que souber da gravidez para que,em caso positivo, seja tratada com brevidade protegendo desse modo, a integridade da vida do filho.

Portanto, para frear a expansão das DSTs no Brasil campanhas em universidades e baladas com “folders” explicativos sobre a importância da camisinha pode alcançar tanto jovens quanto gays e assim conter  número de DSTs entre eles. Simultaneamente, os ginecologistas dos postos de saúde podem exigir das gestantes exame de DSTs para conter o número de sífilis congênitas. E por fim, a mídia em redes sociais com campanhas: “camisinha, sim!” pode favorece o sexo seguro e reter as transmissões.