O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 03/10/2017

Com o advento da Revolução Industrial no século XIX houve um avanço significativo das técnicas e das ciências. Nesse sentido, criou-se os métodos protetivos de barreira, fundamental, para evitar as doenças sexualmente transmissíveis- DSTs. Entretanto, a falta de conhecimento e a negligência de muitos indivíduos  estão colaborando para o aumento exponencial dessas doenças.

Diante disso, é válido ressaltar que as pílulas contraceptivas não impedem o contágio de DSTs. Apesar das diversas campanhas publicitárias nos meios de comunicação abordando a importância do uso de preservativos para se manter saudável, ainda há aqueles que acreditam apenas no potencial contraceptivo das camisinhas. Por conseguinte, consideram a utilização de anticoncepcionais por parte das mulheres suficientes, sendo assim, não utilizam os métodos de barreira e ficam expostos aos variados tipos de doenças.

Nesse segmento, têm-se HIV, gonorreia, sífilis entre as principais moléstias acometidas por sexo inseguro. Em consonância, segundo o Pcap, no caso do HIV, uma pesquisa realizada entre jovens de 15 a 24 anos, mais de 70 % nunca fizeram o teste, ou seja, não tem conhecimento se porta ou não a doença. Isso é, extremamente, preocupante, haja vista que muitos não utilizam camisinha por acreditarem que diminui a sensibilidade ou que jamais terão qualquer tipo de doença sexual e, se for contaminado haverá cura. Assim,  transmitem a enfermidade para muitas pessoas em um curto intervalo de tempo.

A fim de reduzir essa problemática faz-se necessário, portanto, uma parceria entre organizações não governamentais que atuam nessa área e os agentes comunitários de saúde na elaboração de gincanas, debates e visitas domiciliares frequentes, abordando a importância e as formas de ter relações seguras, de maneira prática e dinâmica. Ademais, o Ministério da Saúde pode criar plataformas online para orientar e dar suporte aos portadores na busca de tratamentos.Dessa forma,engajaria a sociedade.