O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 10/10/2017

Hodiernamente, há diversos veículos de comunicação que alertam sobre as DSTs ( Doenças Sexualmente Transmissíveis), assim como as formas de prevenção e os tratamentos, no entanto, o número de infectados ainda cresce, e alguns fatores contribuem para isso, a posteriori: a percepção dos jovens sobre esse tema, e a busca por métodos alternativos de remediação.

O primeiro fator diz respeito à forma como os jovens lidam com as DSTs, estudos recentes realizados no Brasil mostraram que 42% dos adolescentes não usa preservativo por descrer no risco iminente de contaminação, seja por não conhecerem nenhum infectado, seja por basearem-se nas experiências das pessoas de seu círculo social. Isso mostra que o ambiente influencia demasiadamente no julgamento sobre esse assunto, fazendo com que as formas de prevenção sejam ignoradas, aumentando assim as chances de contaminação.

Em segundo plano tem-se a busca por formas de remediar a falta de prevenção, como as pílulas anticoncepcionais, tambem conhecidas como pílulas do dia seguinte, e o coito interrompido. Esses métodos funcionam como contraceptivos, ou seja, evitam a gravidez, mas são ineficientes contra as DSTs, já que para que elas ocorram, basta o contato direto dos órgãos genitais ou com a secreção do infectado.

Destarte, é fundamental a parceria entre o MEC e o Ministério da Saúde para incentivar a promoção de eventos informativos (palestras e seminários), e tambem preventivos em escolas e faculdades, para assim sensibilizar os jovens da necessidade e importância da prevenção contra as DSTs.