O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 11/10/2017
Em sua obra “Casa grande e senzala”, Gilberto Freyre demonstra preocupação com o elemento sexual da época. Nesta, o autor estabelece que os meninos começavam sua vida sexual precocemente, já que não eram vistos pela sociedade como crianças, muitas vezes, contraindo doenças venéreas. Isto é visível no Brasil, acometendo principalmente os jovens , por promiscuidade com a saúde ou falta de programas educativos. Frequentemente, a sexualidade têm aparecido na mídia , porém a falta de critérios para a difusão de elemento sexual tem contribuído para com a iniciação precoce dos adolescente na vida sexual. Ademais, muitos pais têm vergonha de debater sobre o assunto com os filhos por acharem que devido ao acesso facilitado que estes têm às redes virtuais, esses já não precisam de orientação. Com isso, banalizam o diálogo com os filhos , deixam de impor limites e de ensiná-los a usarem preservativos , além de deixarem de explicar a importância do cuidado com a saúde. Por conseguinte, tem aumentado o número de infectados por (DST’s) no país. Uma pesquisa feita pelo (IBGE) revelou que 60% dos adolescentes não usaram preservativos no ano de 2016, outros jovens, por falta de programas educativos sobre o assunto, acreditam que o único vírus que sexualmente transmissível existente é o vírus (HIV), que pode evoluir para à (AIDS), e por acharem que este tem cura, o que não é verdade, acabam se descuidando e contraindo doenças como: o (HPV) , Herpes , Gonorreia e, principalmente, a Sífilis, que além de ser transmitida por relações sexuais, também pode passar da mãe para o filho na gestação. Em síntese, fica nítido que o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação e a sociedade, deve investir em campanhas midiáticas , principalmente nas redes sociais, onde os jovens estão diariamente inseridos, além de palestras nas escolas que informem as crianças e aos adolescentes sobre os riscos que as DST’s causam a saúde, mostrando a importância do uso do preservativo e do diálogo com a família, para não vir à adquirir essas doenças.