O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 13/10/2017
As DSTs são doenças sexualmente transmissíveis, podendo ser AIDS, HPV, sífilis, herpes genital, gonorreia e etc. Embora as DSTs não sejam um problema atual na sociedade brasileira, elas começaram a surgir na década de 80 e continuam sendo diagnosticadas até os dias atuais. Entretanto, nas últimas décadas as doenças sexualmente transmissíveis continuam sendo um grande problema no Brasil, infelizmente. Diante disso, deve-se analisar como a falta de prevenção - responsabilidade - e a falta de testes influenciam na perpetuação do problema em questão.
Sendo assim, o preservativo é muito importante para que doenças não sejam transmitidas nas relações sexuais. Além disso, pessoas costumam achar que preservativos não possuem uma função, ou seja, acham que não serve para nada, o que não é verdade. Na mini série brasileira da Globo, “Os Dias Eram Assim”, que se passa em 1970 e vai até os dias atuais, a jovem conhecida como “Nanda” descobre que o não uso do preservativo acaba prejudicando-a por conta de uma relação sexual feita com um amigo portador da doença (AIDS). Entretanto, na série isso se torna algo triste, pois não possuía medicamentos para o “tratamento” da doença, algo que fora da TV não é o que acontece atualmente. Ainda não existe a cura para a AIDS, mas existem os medicamentos que ajudam.
Ainda que muitos não saibam, algumas dessas doenças não são apenas transmitidas por relações sexuais, como por exemplo o HPV, HIV/AIDS, gonorreia, sífilis e outras. Por outro lado, a falta de importância com as DSTs no Brasil também são muito grandes. Pessoas muitas vezes não acham importante os testes para a descoberta das doenças, e por conta disso acaba piorando a situação de pessoas portadoras. Ademais, as pessoas acabam descobrindo a doença quando o estado delas já estão muito avançados, assim gerando muitas mortes. Os testes servem para que a pessoa possa saber se ela é portado do vírus ou não, prevenindo que o estado do paciente avance ou piore.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Com a falta de prevenção, o Ministério da Saúde junto com o MEC, médicos sexólogos e outros profissionais da saúde deverão organizar palestras em escolas e em centros comunitários, para pessoas, principalmente jovens, entendam como a falta de responsabilidade - do não uso do preservativo - influencia na vida de todos e qual a importância da camisinha na relação sexual. Além disso, elaborando um projeto, o OMS junto com o MEC poderão organizar uma “cobrança” de exames/testes para que a descoberta de DSTs aconteça. Para homens e mulheres deverá ser cobrado em seus locais de trabalho ou consultas médicas, já para os jovens acima dos 14 anos deverão ser cobrados em escolas e em consultas médicas também, junto com os responsáveis.