O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 24/10/2017
Com a chegada da tecnologia, a sociedade tem sofrido grandes transformações desde o final do século XIX, assim como também, a medicina que vem evoluindo juntamente com o auxílio do imenso universo tecnológico, oferecendo diversas medidas preventivas. No entanto, essa evolução parece ter chegado somente à medicina, pois, a população ainda desconhece de métodos que poderiam ajudá-los a prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s).
Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2,5% da população brasileira que é ativa sexualmente, já possuiu ou possui alguma DST. Ademais, o Ministério da Saúde afirmou que houve um aumento de contaminação principalmente entre os jovens, na faixa etária dos 20 aos 24 anos. Sendo que em 2005, a taxa era de 16,2 casos a cada 100 mil habitantes, subindo exuberantes 33,1 casos em 2015.
Provavelmente, a falta de informação entre a população brasileira contribui fortemente para tal aumento das DST’s. Em princípio, o Ministério da Saúde demonstrou que 60% das pessoas não utilizam nenhum método de proteção durante o ato sexual. Do mesmo modo, alguns nem ao menos sabem identificar os sintomas da sífilis, ou não entendem a gravidade e a irreversibilidade que a AIDS possui.
Portanto, para que a sociedade tenha os conhecimentos necessários sobre os perigos ao praticar o ato sexual sem proteção, é preciso que o SUS (Sistema Único de Saúde), forneça em uma plataforma online um minicurso gratuito com as informações necessárias sobre as DST’s e as formas de preveni-las. E implantando em escolas públicas e nos postos de saúde máquinas com preservativos.
Tendo isso em vista, deve-se implementar a fundo a seguinte frase de Paulo Freire, “se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”, de forma que se introduzirmos uma educação repleta de informações que auxiliem os jovens brasileiros na vida sexual, pode-se modificar a realidade atual de infectados por DST’s.