O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 08/01/2018
Sabe-se que, o Brasil possui uma importante política pública voltada ao combate de doenças sexualmente transmissíveis(DST). Todavia, ainda, são insuficientes as ações tomadas, pois novos casos de infecções surgem a cada ano. Assim, destaca-se a importância do uso de preservativos, o qual, são abnegados por motivos como, a maior sensação de prazer no ato sexual sem camisinha ou pela necessidade de esclarecimento da importância do uso de preservativos.
Ao que se refere à problemática em questão, nas últimas décadas houve grande avanço no surgimento de tratamento de DST, como para a gonorreia, sífilis e a AIDS, esta que em outrora foi considerada uma pandemia. Em destarte o Ministério da Saúde utiliza parte de seus recursos voltado a prevenção e custeio de tratamento, no entanto, segundo a Organização Mundial da Saúde, em detrimento de uma maior sensação de prazer no ato sexual, casais optam pelo descarte de uso da camisinha, pois esta reduz a sensibilidade nas áreas íntimas. Isto resulta na exposição a vírus e bactérias sexualmente transmissíveis. Jovens são as principais vítimas, pois estes possuem um maior fluxo de parceiros distintos.
Além disso, há contaminações que estão relacionada ao déficit de esclarecimento da importância do uso de preservativos, o qual, não se restringi ao fim único de evitar uma gestação, como também, coibi doenças. Dessa maneira, quanto maior for a demora do acesso educação sexual, maior será a possibilidade de se contrair doenças como sífilis, gonorreia, herpes e AIDS.
Infere-se, portanto, que , para combater o aumento casos de DST’s, é necessário não somente mudanças no pensamento social, para que se abnegue-se um ato sexual sem camisinha em detrimento de sua saúde. Mas também, que o Ministério da Saúde e da Educação promovam ações conjuntas de conscientização em escolas públicas e privadas, por meio de cartilhas e seminários com maior frequência. Custeado com recursos da suspensão do ato da desvinculação da receita da União (DRU).