O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 27/02/2018
Assim como a Peste Negra, na Idade Média, a Imunodeficiência adquirida, popularmente conhecida como Aids, apresenta um papel excludente na sociedade por falta de conhecimento das pessoas. Porém, há uma expansão das doenças sexualmente transmissíveis, assim como a Aids, principalmente entre jovens, fato assustante que põe a sociedade em alerta.
Estas doenças eram pouco divulgadas pelo fato de estarem fixas a um grupo específico ou de risco, aos quais pertenciam usuários de drogas, prostitutas e o grupo LGBT. Entretanto, a atividade sexual entre jovens têm iniciado mais cedo e torna-se frequente, o que associado a falta de informação, conhecimento e consciência a respeito das DSTs e dos métodos contraceptivos justificam o aumento brusco na quantidade de pessoas infectadas. Isso é evidenciado por uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, em que entre 20 aos 24 anos, a taxa de detecção subiu de 16,2 casos por 100 mil habitantes, em 2005, para 33,1 casos em 2015, somente em relação ao HIV.
Dessa forma, por acreditarem que nunca irão contrair essas doenças, acabam se descuidando e acomodando ao não uso de preservativos, fatos que contribuem para o aumento no número de casos. Haja visto que são altamente infectantes, elas possuem diversas consequências maléficas a saúde humana, como diminuição da imunidade, ficam propensos a adquirir outras doenças, apresentam risco de gravidez, devido a não utilização de preservativos, além de poder propagar essas infecções. Além disso, é importante destacar que algumas são silenciosas, como a sifílis e quando os sintomas aparecem, tornam-se devastadores.
Portanto, a proliferação das doenças sexualmente transmissíveis têm aumentado pela falta de uso do preservativo e conhecimento destas. Logo, há a necessidade de contenção desta proliferação, que deve acontecer por meio de uma ação conscientizadora promovida pelo Ministério da Saúde em todos os municípios do país, levando conhecimento e divulgando a necessidade da proteção, através de multirões, palestras disponíveis a toda a população e intensa divulgação nas redes sociais. Assim, a população irá ter noção da importância da proteção e haverá uma drástica diminuição no número de casos de DSTs.