O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 26/03/2018

À necessidade de prevenção

Apesar do conteúdo de doenças sexualmente transmissíveis circular livremente através dos meios de comunicação, muitos jovens  não se preocupam com prevenção, pois acreditam não se envolver com pessoas doentes.O que de fato não percebem é que há milhares de riscos, exemplo disso é a gravidez precoce e as doenças incuráveis que muitas vezes levam à morte, a falta de informação e campanhas de alerta através da mídia, o uso da criatividade pelas escolas e com pais em favor da conscientização e o poder da sociedade em conjunto, poderá mudar o quadro que se apresenta.

Antigamente assistir filmes e programas relacionados a sexo era algo impróprio aos jovens, no entanto, atualmente, observa-se que o avanço da tecnologia e o acesso à informação disponibilizando milhões de conteúdo, onde os jovens têm livre acesso, faz com que muitos tenham curiosidades quando se trata desse  assunto e por pressão dos colegas e amigos, como se fosse um troféu ou um grande passo dado ou “marco “ para maturidade, ter a primeira relação sexual. Contudo, muitos não dão importância à proteção quando se trata de sexo, pois para muitos basta apenas a pílulas contraceptivas para se proteger da gravidez, esquecendo dos outros perigos que são doenças sexuais  como a sífilis, uma ferida incolor, e gonorreia, uma bactéria silenciosa, as quais, logo depois da Aids, se não tratadas  podem agravar.

Através de músicas com apologia ao sexo e filmes eróticos, embora muitas vezes sejam proibidos, ainda é um dos motivos que levam muitos jovens a ter uma vida sexual desordenada. Sendo que estes assuntos (sexo,dst.etc) não são tratos frequentemente nas escolas, na sociedade é ainda um grande tabu e muitos pais evitam tratar desses assuntos, por não saber como falar ou achar que ainda não é necessário, acreditando na “ingenuidade” dos filhos, o que leva muitos jovens à falta de conscientização e informação. Em consequência disso, vê-se a todo instante o aumento de doenças entre os jovens e gravidez precoce, muitos ainda acreditam que quando se trata de prevenção é algo antigo e que “nunca vai acontecer com eles”, é sempre com os outros.

Assim, para que se possa diminuir casos de gravidez precoce e o aumento DSTs , pais e educadores devem apresentar conteúdos adequados sobre estes temas para crianças e jovens, abordando o assunto e mostrando como se prevenir, o que pode ser feito através de projetos, palestras e acompanhamentos próximos. Não basta que o governo apenas disponibilize preservativos na rede pública, pois o jovem muitas vezes tem vergonha de ir buscar, é necessário uma intensa campanha na mídia de conscientização e informação sobre as consequências de não se cuidar.