O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 19/04/2018
Segundo a perspectiva filosófica de René Descartes, na qual não existe métodos fáceis para resolver problemas difíceis, se consolida perfeitamente em relação a questão de DSTs no Brasil. Dessa forma, autoridades enfrentam uma séria dificuldade em combater esse tipo de doença que aflige uma grande parte da população, não só brasileira como também de grande parte mundial, e a conscientização populacional em relação a suas causas e transmissão é a melhor maneira de confrontar e erradicar essa adversidade.
Em primeiro lugar, evidencia-se que os casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) têm crescido e se espalhado com uma grande frequência em todo o mundo. Dados da OMS relatam que existem 5,6 milhões de pessoas com esse tipo de doença no planeta. No Brasil, são mais de 87 mil casos entre 2016 e 2017, relatados pelo Ministério da Saúde. Isso se deve, principalmente pelo desinteresse de pessoas sexualmente ativas em se prevenir. Nesse contexto, adquirindo a doença e não sabendo da mesma por conseguinte, acaba contagiando outras pessoas.
Ademais, a maioria dos afetados são os jovens que por falta de orientação, ou até mesmo negligência pelo não uso de proteção, acaba disseminando estes patógenos causando graves problemas de saúde se não diagnosticados com breve antecedência. Um exemplo, é a sífilis, que em 2018 é a principal preocupação entre autoridades de saúde, cuja bactéria Treponema Pallidum está mais resistente aos tratamentos que antes tinham eficácia. De fato, é uma situação de extrema cautela e a prevenção é a melhor maneira de evitar essa doença, porém cabe a população e principalmente aos jovens aderirem a causa e terem a percepção da gravidade do assunto.
Fica claro, portanto, o aumento de infectados por doenças venéreas no Brasil e no mundo. Cabe ao governo fazer ações preventivas e educacionais alertando a população sobre o aumento desse tipo de doença, buscando parcerias com ONGs para que atuem em escolas principalmente periféricas orquestrando palestras, e orientando a população. Além disso, organizar mutirões de saúde, a fim de proporcionar exames rápidos de detecção desse tipo de doença, e administrar o tratamento o quanto antes para evitar que se espalhe afetando outras pessoas. A mídia, com seu papel de informar, vincular propagandas educativas, reforçando o cuidado no ato sexual, e também orientar a população em procurar o médico se apresentar sintomas proveniente das DSTs. Assim, com as pessoas orientadas sua erradicação se torna mais eloquente e eficaz.