O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil
Enviada em 13/04/2021
No Brasil, para contornar o desemprego gerado pela Segunda Revolução Industrial, os cidadãos começaram a investir na profissão freelancer, ou seja, começaram a trabalhar de forma autônoma. Com a crise do coronavírus, a situação do desemprego piorou, resultando em um aumento do número desses profissionais. Característica dessa modalidade de trabalho, a falta de qualquer garantia aterroriza diversas famílias brasileiras neste momento bastante caótico. Tendo isso em vista, é necessária, desde já, a intervenção do Governo por meio de políticas assistencialistas.
Em primeiro lugar, desde 2020 a economia global é afetada pelo vírus Covid -19. Com isso, diversos países, como o Brasil, entraram em crise devido à paralisação do comércio, resultando no desemprego. Assim, para contornar essa situação, cidadãos brasileiros começaram a montar seus próprios negócios de forma autônoma. Tal fato se comprova nos registros da plataforma Workana, a qual informa que houve um aumento de 32% no número de cadastros de freelancers durante a pandemia. É necessário frisar, por outro lado, que o trabalho freelancer deve ser visto como uma medida paliativa ao desemprego, e não uma solução. Um dos fatores disso é a não existência de direitos trabalhistas, como férias e décimo terceiro. Além disso, não ter uma renda fixa mensal causa instabilidade e medo a esses indivíduos.
Mediante os fatos expostos, fica claro portanto que, durante a pandemia, é necessária a intervenção do Governo Federal por meio da elaboração de políticas assistencialistas, com destaque para a ajuda monetária mensal, visando a estabilidade dos profissionais freelancers em meio a esse caos mundial. Passado isso, é preciso que o Governo adote o modelo de política desenvolvimentista, o qual visa a construção de obras públicas empregando cidadãos brasileiros. Só assim as atividades freelancers diminuirão, junto com suas instabilidades, e haverá um maior número de empregados formais.