O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil
Enviada em 22/03/2021
Com a eclosão da Revolução Técnico-Científica-Informacional, na década de 70, o mundo se tornou cada vez mais globalizado e integrado às novas tecnologias, fato que impulsionou a criação de lojas virtuais e de “freelancer”, a fim de oferecer melhores ofertas de produtos e serviços. Atualmente, a difusão dos meios digitais está presente na sociedade e contribui para o avanço do e-commerce no Brasil. Diante disso, as desigualdades sociais e a precarização do trabalho são desafios para garantir o progresso do e-commerce e dos freelancers no Brasil.
De início, vale ressaltar que uma grande desigualdade social presente no país torna injusto o acesso da população às novas formas de comércio e serviços digitais. Nesse sentido, o escritor brasileiro Rubem Alves entende como ’’ Escola Gaiola ’’ como instituições pedagógicas que não despertam nos solicitados como ferramentas necessárias para conviver em harmonia com as inovações sociais. Nisso, o baixo acesso de deseja mais carentes ao comércio demonstração digital a negligência de instituições educacionais em despertar o interesse pela tecnologia aos alunos, como a promoção de aulas de informática e eletrônica. Dessa forma, enquanto esse biotipo de escola para regra, o país tenderá a viver cada vez mais com um meio virtual desigual e marginalizado.
Além disso, a nova onda dos freelancers não garante, a todos os trabalhadores, uma relação laboral saudável e com direitos preservados. Nesse viés, o geógrafo Milton Santos condena a cultura de flexibilização do trabalho promovida por parte de grandes empresas, que tendem a precarizar o cotidiano dos proletários, a fim de reter o maior lucro possível em uma venda. Não à toa, se tornou corriqueiro a prática de trabalhadores informais percorrerem milhas de bicicleta para entregar um produto vendido online, pondo em voga como péssimas condições de trabalho e, assim, demonstrando o quão antidemocrático se mostra esse panorama. Sendo assim, fica claro que o problema central não é a modernização do comércio, mas a precarização do trabalho como consequência.
Portanto, para garantir a formalização dos freelancers e do e-commerce cabe ao Ministério Público se todos os membros de investimento - como grandes bancos do país - para aplicar fundos na área de comércio digital. Isso deve ocorrer por meio de normas legislativas que garantem a construção de redes informáticas em todas as escolas do país, além de modernizar como condições de trabalho que aparecem pelo e-commerce, como o transporte eficiente para ’’ entrega ‘’. Desse modo, essas ações voadas o fito de construir um país mais atualizado, com aptidão para novas ferramentas digitais e que, acima de tudo, criar asas para que nós possamos estar seguros em meio a qualquer inovação.