O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil

Enviada em 18/04/2021

A mão invisível do capitalismo informacional

Os novos tempos comteporâneos desenvolveram novas formas de trabalho, que submetidas ao imediatismo e consumismo, especializaram a mão de obra e intesificaram a atual fase capitalista ao ponto que nem mesmo uma pandemia global poderia lhe gerar o medo do nefasto. Essas mudanças implicam algumas consequências, das quais a legislação brasileira aos poucos terá de que se adapatar.

Em razões da pandemia viral do Covid-19, uma enorme parte global entrou em isolamento a fim de reduzir a mortalidade causada pela doença. Esse isolamento promoveu a demissão de 5% dos proletariados formais e mais de 20% dos informais.

Com essa  dispensa em massa, esses indivíduos recorreram ao lance livre, uma espécie de serviço despojado que desprotegido de leis trabalhistas cumpre com a efetividade de garatir ao respectivo candidato especializado  uma  renda mais atrativa.

Em consância, salário esse que por vez pode chegar a ser superior a de um serviço covencional que com todas CLTs e burocracias não o  atingem. No entanto, o freelancer pode chegar a uma carga horária de trabalho superior a de 8 horas por dia e 7 vezes por semana.  E mesmo com essa exaustão, tem a sua liberdade de parar quando quiser e recomeçar quando lhe der bem a vontande.

É imprescídivel, portanto, a legislação nacional adaptarem-se e desenvolverem novas leis trabalhistas frente a crescente onda de trabalho informal. Tornando o labuto protocolar mais maleável e menos danoso tanto ao empregador quanto ao empregado. Uma alternativa neoliberal que se não for feita pelo Estado, o capitalismo informacional fará com sua mão invisível.