O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil
Enviada em 06/07/2021
Débora Aladim, influenciadora digital que fez sucesso como freelancer através das aulas de história que posta em seu canal no youtube, obteve bastante reconhecimento nacional e ganhou diversos prêmios. Hodiernamente, percebe-se um incessante aumento em relação ao número de profissionais freelancer no Brasil. Nesse contexto, não há duvidas de que isso é devido o crescente do desemprego e à era digital e tecnológica que a sociedade se encontra.
Em primeiro plano, é fato que com a eclosão da pandemia do vírus Covid-19 em 2020, o número de trabalhadores que perderam seus empregos aumentou em 14% em relação ao ano anterior, de acordo com o jornal Estado de Minas. Assim, sem expectativas, os cidadãos passaram a atuar de forma mais livre, sem ter, necessariamente, vínculo formal com alguma empresa. Porém, esses tipos de trabalho podem ser prejudiciais ao trabalhador, uma vez que a falta de carteira assinada pode causar perda de direitos trabalhistas.
Outrossim, por conta da Revolução Técno-científica, a sociedade tornou-se muito mais globalizada, centrada nas redes sociais. No momento atual, a maioria das ‘‘profissões do futuro’’ envolvem as mídias, como influenciador digital ou consultor de marketing digital, por exemplo. No entanto, não é uma carreira de retorno monetário garantido, ou seja, é certo que a realidade de Débora não se estende para a maioria dos autônomos que tentam trabalhar como freelancer em redes sociais como Instagram e Youtube.
Portanto, faz-se imprescindível alterar essa situação no Brasil. Logo, é dever do Governo Estadual, em parceria com o Ministério do Trabalho, garantam trabalhos fixos e legais- dentro da legislação brasileira - para que a população não precise apelar para trabalhos livres. Somado a isso, cabe ao Ministério da Educação, juntamente com o Judiciário, modernizarem o sistema educacional no país, com o objetivo de suprir as novas tendências trabalinhas, garantindo, assim, conhecimento necessário acerca das ‘‘profissões do futuro’’ e das melhores carreiras, tendo em vista a era tecnológica, para todos. Desta maneira, ser-se-á possível solucionar essa problemática no país e os cidadãos não precisão mais contar com a sorte do sucesso, como o ocorreu com Débora Aladim, e tampouco preocupar-se com disponibilidade de empregos.