O aumento do número de profissionais freelancer no Brasil
Enviada em 10/11/2021
A taxa de desemprego no Brasil aumentou na pandemia e, com isso, o número de profissionais freelacers tornou-se maior. Por mais que esse trabalho autônomo seja uma ótima saída para a situação difícil que esses desempregados se encontram, essas pessoas não tem carteira assinada e direitos trabalhistas garantidos, tudo o que todo cidadão que está “inserido” no mercado de trabalho precisa.
A demanda de trabalhadores freelancers cresceu e cresceu nos últimos anos, mas foi nos anos de quarentena - a qual foi a principal causa da ampliação de desempregos que o Brasil sofreu - que ocorrreu sua explosão. Porém, mesmo com toda essa ascensão, o Estado não identifica esse trabalho como uma forma de emprego formal - não há carteita de trabalho assinada a esses indivíduos -, o que, consequentemente, resulta na defazagem dos direitos trabalhistas, algo que nenhum trabalhador deveria sofrer.
Inquestionavelmente, o autonômo precisa receber esses direitos, uma vez que o trabalho eventual não significa nem derveria significar ser privado disso. O trabalhador está trabalhando como qualquer outro e até empresas contratam os cidadãos para fazerem seus trabalhos. Isso deveria ser visto pelo Governo, já que tantas pessoas que estão trabalhando nessa área que ainda, infelizmente, não é reconhecida como legítima.
Em virtude dos fatos mencionados, é necessário que o Governo Federal - especificamente o Ministério do Trabalho, órgão responsável pela defesa dos direitos trabalistas individuais e coletivos - crie uma parceria com os aplicativos de freelancer, tais como a “Workana” e “Getninja”, para criar um espaço o qual esses profissionais recebam os direitos que merecem - férias, INSS, salário-maternidade, entre tantos outros. A divulgação será feita por meios de comunicação e campanhas publicitárias, a fim de que esse mercado de autônomos tenham seus direitos garantidos por lei e esse trabalho seja, enfim, visto como legítimo.