O aumento do vegetarianismo no Brasil
Enviada em 30/04/2021
A Revolução Verde iniciada na década de 60, trouxe novas formas de produção agrícola, usando-se do maquinário tecnológico, bem como o conhecimento técnico, elevando a prdutividade, com menos espaço e tempo gasto. Concomitantemente, tanto houve a tomada de conhecimento dos maus tratos aos animais e problemas de saúde, quanto à questão das dietas com baixo ou nenhum consumo de carne, já que apenas os vegetais adquiridos, podem atender à demanda mundial. Assim, as causas do crescimento da vertente são evidenciadas, a ética indiviual e a busca por qualidade de vida superior à atual.
A priori, é sabido que vários animais destinados ao consumo humano, sofrem violência, e isso gera uma insatisfação popular. No ano de 2016 foram publicados no portal G1, vídeos de maus tratos intensos em um frigorífico francês, desrepeitando as leis do país sobre. Nessa perspectiva, uma busca por abster-se de carnes é compreenssível, já que alguns cidadãos não compactuam com esse tipo de conduta. Sendo consumidor ou não, é necessário entender e lutar para que o sofrimento dos espécimes seja reduzido, para isso, precisa-se de conhecer as condições dos conjuntos, das leis, da cultura, para que assim, haja pressão e participação social, separando a escolha (comer carne ou não) aquém de abusos físicos.
Outrossim, câncer, obesidade, alto colesterol, essas enfermidades não são provocadas necessariamente pela ingestão animal, mas pela quantidade e forma como se faz isso. Conforme pesquisa, realizada em 2020, da Escola de Saúde Pública de Havard, aproximadamente, 49% da população dos Estados Unidos será obesa em 2030. Além disso, esse país é o maior consumidor de bovinos e suínos, principalmente por sua rede gigantesca de fast-food, sob o mesmo ponto, pode se associar os dois fatos apresentados, como um só, porém, não é verdade. Ingerir alimentos com gordura e características desse tipo, pode realmente trazer problemas, mas exagerar nos óleos, açucares e massas de origem estritamente vergetal ocasiona os mesmos efeitos. O segredo é a temperança.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar os entraves supracitados. Cabe ao Ministério da Educação, como gestor nacional da área, inserir aulas sobre sustentabilidade e humanidade no ensino, através da votação em Assembleias, onde seria lecionado os direitos além dos humanos no mundo hodierno, afim de deixar clara a situação, dando ao indivíduo, autonomia para escolher sua orientação alimentar. Destarte, é dever no Ministério da Saúde, a promoção de palestras em escolas, hospitais, através do covite a nutrólogos e especialistas, para que seja transmitido que cada ser tem sua necessidade alimentar, denotando também, o ônus e o bônus de diferentes dietas.