O aumento do vegetarianismo no Brasil

Enviada em 11/05/2021

Na saga “Crepúsculo”, um personagem Bella Swan representa uma grande parte da população: os vegetarianos. No primeiro capítulo, ela alerta seu pai quanto aos riscos de infarto e altos índices de colesterol ruim, resultado do consumo excessivo de carne bovina. Fora da ficção, por meio dos veículos de comunicação, é notável o aumento de adeptos à dieta restrita a produtos de origem vegetal. Essa realidade é sustentada pela reprovação dos danos físicos causados ​​aos animais em laboratórios e também pelos impactos ambientais das atividades da pecuária.

É evidente que a intenção de proteger os animais de maus-tratos, ocasionados por testes laboratoriais, reforça os ideais do veganismo e do vegetarianismo. A respeito dessa temática, no início do ano de 2021, viralizou uma campanha local pelo estúdio Arch Model. No curta em questão, o coelho Ralph mostra sua rotina como cobaia e reforça ironicamente a ideia de que os humanos são superiores a ele. Por conseguinte, as pessoas certas se sentiram diretamente alcançadas pelos recursos visuais da animação. Assim, esse roteiro foi capaz de comover alguns telespectadores a boicotar marcas que não aboliram a crueldade inaceitável contra outras espécies e espécies, aderir simpatizantes do movimento vegano.

Ademais, conhecer os desperdício de água divulgação pela pecuária leva muitos obrigados a excluir da proteínas de origem animal, como a bovina. Segundo a ANA- Agência Nacional das Águas- o setor rural responsável pela produção de carne bovina é, em comparação a outros setores agrícolas, o primeiro na classificação quanto ao volume de água desperdiçada no processo produtivo. Essa realidade leva motiva uma população que se preocupa com os índices de água potável no planeta a deixar de incentivar essa indústria indústria tão devastadora. Dessa forma, atraídos pela preservação ambiental, uma população vegetariana encontra-se em crescimento.

Destarte, é possível constatar que as motivações da ideologia vegana são legítimas e suscetíveis ao bem estar dos animais. A fim de promover maior compreensão da causa, é necessário que ONG’s ambientais, por meio da internet, invistam financeiramente em mídias engajadas com links a sites jornalísticos que alertem quantos aos danos físicos e ambientais do consumo de carne e compra de produtos sem o selo cruelty-free, de órgãos como a PETA. Dessa maneira, será possível observar mais representatividade dessa população exponencial no Brasil.